{"id":3478,"date":"2018-03-07T17:59:46","date_gmt":"2018-03-07T20:59:46","guid":{"rendered":"http:\/\/box2074.temp.domains\/~lawmecom\/\/?p=3478"},"modified":"2018-04-16T13:42:32","modified_gmt":"2018-04-16T16:42:32","slug":"informativo-tributario-24-carf-legitima-entendimento-da-receita-federal-sobre-metodo-aplicavel-a-precos-de-transferencia-material-de-embalagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lawmee.com.br\/en\/informatives\/portugues-informativo-tributario-24-carf-legitima-entendimento-da-receita-federal-sobre-metodo-aplicavel-a-precos-de-transferencia-material-de-embalagem\/","title":{"rendered":"(Portugu\u00eas) Informativo Tribut\u00e1rio 24 &#8211; CARF Legitima entendimento da Receita Federal sobre m\u00e9todo aplic\u00e1vel a pre\u00e7os de transfer\u00eancia \u2013 Material de embalagem"},"content":{"rendered":"<p class=\"qtranxs-available-languages-message qtranxs-available-languages-message-en\">Sorry, this entry is only available in <a href=\"https:\/\/lawmee.com.br\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3478\" class=\"qtranxs-available-language-link qtranxs-available-language-link-pt\" title=\"Portugu\u00eas\">Portugu\u00eas<\/a>. For the sake of viewer convenience, the content is shown below in the alternative language. You may click the link to switch the active language.<\/p><p><\/p>\n<h2>CARF Legitima entendimento da Receita Federal sobre m\u00e9todo aplic\u00e1vel a pre\u00e7os de transfer\u00eancia \u2013 Material de embalagem<\/h2>\n<p>Por ocasi\u00e3o de julgamento realizado em fevereiro, a C\u00e2mara Superior de Recursos Fiscais (CSRF) do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) \u2013 \u00faltima inst\u00e2ncia administrativa \u2013 decidiu por voto de qualidade que o acondicionamento de embalagens, por empresas nacionais, em medicamentos importados anteriormente \u00e0 sua comercializa\u00e7\u00e3o agrega valor ao produto final, integrando-se, pois, ao processo produtivo.<\/p>\n<p>Na oportunidade, entendeu a CSRF que o simples reacondicionamento de medicamentos \u2013 ainda que para mera adequa\u00e7\u00e3o \u00e0s normas regulat\u00f3rias de entidades como a Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) \u2013, tem natureza de industrializa\u00e7\u00e3o, devendo ser levada em considera\u00e7\u00e3o para a determina\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo mais adequado de c\u00e1lculo concernente \u00e0s regras de pre\u00e7os de transfer\u00eancia.<\/p>\n<p>Com efeito, para a Receita Federal, em raz\u00e3o de o acondicionamento fazer parte do processo produtivo, sendo, portanto, uma etapa da industrializa\u00e7\u00e3o, agregando valor ao produto final em territ\u00f3rio nacional, deveria ter sido utilizado o m\u00e9todo PRL-60 (Pre\u00e7o de Revenda menos Lucro de 60%), aplic\u00e1vel aos casos de importa\u00e7\u00e3o de mat\u00e9rias-primas posteriormente usadas na produ\u00e7\u00e3o de um determinado bem. Assim, autuou o contribuinte para cobran\u00e7a de supostas diferen\u00e7as de IRPJ\/CSLL.<\/p>\n<p>Em sua defesa, sustentou o contribuinte que o m\u00e9todo correto, e utilizado, seria o PRL-20, aplic\u00e1vel aos casos de revenda direta, na medida em que o \u00ednfimo valor agregado pela caixa de papel\u00e3o usada como embalagem n\u00e3o se compararia ao valor agregado no exterior na produ\u00e7\u00e3o do medicamento em raz\u00e3o da utiliza\u00e7\u00e3o de tecnologia de ponta.<\/p>\n<p>O entendimento da Receita foi acolhido pela CSRF, que reverteu decis\u00e3o favor\u00e1vel ao contribuinte proferida anteriormente, restaurando a autua\u00e7\u00e3o fiscal. \u00c9 certo, por\u00e9m, que o contribuinte ainda poder\u00e1 levar a discuss\u00e3o ao crivo do Poder Judici\u00e1rio, que decidir\u00e1 em definitivo a quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Vale ressaltar que o tema j\u00e1 havia sido alvo de an\u00e1lise em fevereiro de 2014 pela 2\u00aa Turma Ordin\u00e1ria da 4\u00aa C\u00e2mara da 1\u00aa Se\u00e7\u00e3o do CARF, que, na ocasi\u00e3o, preservara o c\u00e1lculo da tributa\u00e7\u00e3o pelo m\u00e9todo PRL-20, entendendo que s\u00f3 se utilizaria o m\u00e9todo PRL-60 se os bens importados fossem aplicados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o propriamente dita, como determina a Lei n\u00ba 9.430\/1996, alterando-se o estado original do bem importado para fins de sua comercializa\u00e7\u00e3o posterior.<\/p>\n<p>Essa altera\u00e7\u00e3o de entendimento dever\u00e1 nortear os futuros julgamentos relativos ao tema no \u00e2mbito do CARF.<\/p>\n<p>De qualquer modo, \u00e9 importante que se tenha em mente o poss\u00edvel risco de autua\u00e7\u00e3o fiscal sempre que se optar pela utiliza\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo PRL-20 nas importa\u00e7\u00f5es que impliquem qualquer altera\u00e7\u00e3o na forma de apresenta\u00e7\u00e3o do produto para comercializa\u00e7\u00e3o, por menor que seja o valor agregado envolvido.<\/p>\n<p>O departamento tribut\u00e1rio de Mattos Engelberg Advogados permanece \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para discuss\u00e3o e compreens\u00e3o dos temas acima compartilhados.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;line-height: 15.0pt;margin: 15.0pt 9.0pt 12.0pt 9.0pt\">\n<p><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sorry, this entry is only available in Portugu\u00eas. 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